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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
Sinuelos
Pastos e Sub-Divisões
Vacas amojadas
Recém nascidos
Mamando
Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria
castração
Manejo reprodutivo

Reprodução
Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola



6.4.4.3. HABILIDADE MATERNA

Todas as vacas em reprodução devem ser avaliadas quanto à sua capacidade de produzir bezerros desmamados.

Esta medida só tem valor genético se levar em conta as avaliações genéticas reais e cumulativas até o desmame, considerando os efeitos de pai, mãe e grupo contemporâneo.

Pode ser calculado em forma de DEP (Diferença Esperada na Progênie) e possibilita a eliminação das vacas inferiores
(que deve ser feita sem considerar o pedigree ou aparência do animal, pois normalmente são as vacas "mais bonitas" que produzem os piores bezerros) e a seleção das vacas superiores a fim de melhorar a formação dos reprodutores
(melhor gerenciamento das decisões).

A habilidade materna (capacidade de criar bezerros sadios e desmamá-los pesados), embora muitas vezes não levadas em consideração, traz prejuízos de enorme monta.

Matrizes que não desmamam bezerros pesados são ditas sem (ou com pouca) habilidade materna, não sendo consideradas boas mães.

Os motivos geralmente são: por defeitos de úbere como o de possuir peitos muito grossos (onde o recém nascido tem dificuldade de "pegar"); ou peitos secos por inúmeras causas; não produzir leite suficiente; além da natural diminuição de produção de leite pela idade avançada; mães as que enjeitam (rejeitam) bezerros, dentre outras causas.

Temos que separar estas condições da simples restrição alimentar (falta de alimento suficiente para satisfazer as necessidades), o que faz com que estas causas todas se agravem.

Todas elas contribuem para a mortalidade na fase de aleitamento, diminuindo a produção, e isto é motivo mais do que suficiente para serem descartadas.

Vacas maiores (mais pesadas) e mais leiteiras precisam maior oferta de comida ou podem comprometer a taxa de prenhez.

Quanto ao tamanho da vaca é considerável a utilização da medida da altura da anca (frame) para seleção dos animais moderados preferencialmente, evitando-se os extremos (muito altas ou muito baixas), mantendo assim a uniformidade.

6.4.5. REPOSIÇÃO DE MATRIZES

A seleção para reposição de novilhas deve acontecer antes do período reprodutivo, com base na sua aparência externa (fenótipo), genótipo (mérito genético) e seu desenvolvimento corporal (idade e condição corporal).

Em situações normais, recomenda-se que, a cada ano, sejam substituídas cerca de 15-20% das matrizes, ficando dessa forma, apenas matrizes jovens e de idade média, até no máximo 8-9 anos (com vida reprodutiva de 4-6 anos).

Muito criadores acreditam que o gado que possuem sempre é melhor que o do vizinho, e até mesmo que é pura, e simplesmente o melhor que existe, sendo uma grande verdade em determinadas situações, e esta uma das motivações para continuar desenvolvendo a pecuária. Portanto, pensam também que não existirão novilhas melhores do que as dele para a reposição, e mesmo que isso ocorra, se for comprar, não vão encontrar.

O abate indiscriminado de fêmeas, normalmente devido a problemas econômicos em determinados períodos, faz com que haja falta de exemplares para a reposição após essa época. Sempre existirão fazendas em que as condições de solo e pastagens não permitem outro tipo de exploração, que não seja a de cria. Portanto, com um pouco de calma, sempre haverá reposição, até mesmo porque, com o abate indiscriminado, muitos criadores se dedicam mais à cria visando o mercado futuro. De uma ou de outra forma, sempre haverá reposição.

Uma estratégia: realizado o diagnóstico de gestação logo após a estação de monta, aqueles animais que tiveram condições de serem "emprenhados" e não estão, devem ser descartados, vendidos ou abatidos e serem substituídos por fêmeas prenhes ou paridas, evitando, assim o baixo índice de produção, e contribuindo para a seleção por fertilidade. Usar um Veterinário para a escolha dos animais de reposição é de muita importância (através de avaliação sanitária, fenotípica, genotípica e reprodutiva) e, não simplesmente comprar "preço", pois o mesmo anda no caminho inverso da qualidade. Sempre que possível, é aconselhável fazer o descarte, ou seja, no desmame, na seleção para a estação reprodutiva e após o diagnóstico de gestação.

Normalmente esta situação é possível para quem trabalha com criações extensivas, com grande número de exemplares, não se aplicando a plantéis com reduzido volume de animais, sendo o caso de raças européias aqui introduzidas onde cada fêmea deva ser explorada ao máximo, devido ao seu elevado valor.