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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
Sinuelos
Pastos e Sub-Divisões
Vacas amojadas
Recém nascidos
Mamando
Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria

castração
Manejo reprodutivo

Reprodução
Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola


 

6.3.11. DESMAME PRECOCE

O estresse da amamentação sofrido pela vaca é o principal fator do baixo desempenho reprodutivo na pecuária de corte e está relacionado à deficiência nutricional e a intensidade de amamentação. Para maior eficiência, a desmama precoce deve ocorrer dentro da estação de monta, possibilitando a reconcepção imediata.

Esta prática visa poupar a vaca sem prejudicar o desenvolvimento do bezerro. É recomendada para períodos de escassez de forragem e, principalmente, para novilhas de primeira cria, quando a condição corporal é baixa.

Para bezerros desmamados aos 3-4 meses de idade, obviamente há necessidade de suplementar e, para tal, a mistura vai depender da disponibilidade dos ingredientes, que devem possuir baixo nível de fibra, de 18 a 20% de proteína bruta e conter 3 a 5% de uma boa mistura mineral (vai depender do consumo), além de um palatabilizante (melaço, por exemplo de 5 a 10%).

Ainda pode ser composta apenas de milho, proteína bruta (farelo de soja de 20 a 22% ou uréia de 2 a 3%)e minerais.

Outros produtos estimulantes da flora ruminal, estimulantes do apetite, leite em pó, etc. podem ser usados observando sempre a relação custo x benefício. Além do concentrado, os bezerros devem ter acesso a um bom volumoso (pastagem de boa qualidade).

O desmame pode ser realizado utilizando o mangueiro para separar os bezerros nos primeiros dias enquanto as mães permanecem em mangas próximas para dar mais tranqüilidade aos bezerros. Se não houver esta condição de proximidade, bezerros e mães devem ser afastados o mais distante possível, para que não tenham, entre si, o menor contato visual ou auditivo.

Se a propriedade possui número suficiente de piquetes, a desmama pode ser realizada em piquetes adjacentes, onde bezerros e vacas parecem ficar mais calmos, pastando com tranqüilidade. Os piquetes devem ser protegidos contra ventos e providos de sombra.

É bom lembrar que as cercas, para a realização do desmame, devem estar em perfeitas condições (ex: 8 fios bem esticados), construídas de tal forma que evitem possíveis mamadas.

O desmame antecipado libera a vaca mais cedo, o que é um bom indicativo para o retorno a condição corporal ideal (5 acima), para melhores índices na Inseminação Artificial e também para aguardar o momento do parto.

O desmame ainda pode ser feito "em cima do caminhão", deslocando os bezerros para outra propriedade, por exemplo.

A permanência de algumas vacas chamadas "madrinhas", junto ao lote de bezerros desmamados, é sempre aconselhável.

6.3.12. RECRIA

Machos e fêmeas de raças Zebuínas podem ser recriados juntos até atingirem o primeiro ano. Nas raças Taurinas e seus cruzamentos com Zebuínos, o ideal seria que o aparte fosse efetuado após a desmama, pois, por serem mais precoces, e dependendo do sistema de alimentação, eles atingem a maturidade sexual mais cedo do que os Zebuínos.

6.3.13. CASTRAÇÃO

Assunto muito polêmico (castrar ou não), quanto à época e o método a ser aplicado a machos e fêmeas (“castração” ou uso de D.I.U. - Dispositivo intra uterino) destinados ao abate, principalmente com a introdução dos programas de cruzamento que envolve uma infinidade de raças, uma vez que cada uma delas tem um tempo diferente para o seu desenvolvimento. A “castração” depende também do tipo de exploração pecuária, associado ao interesse particular de cada criador ou associação de raças. A castração de machos normalmente ocorre na seca onde a incidência de moscas e outros insetos ou parasitas é menor.

Para tanto, o criador deve procurar o Veterinário para saber a melhor época, em cada região, em cada raça ou cruzamento.

Independente destas condições, há necessidade do animal estar em perfeita saúde, não podendo estar debilitado, para ser submetido a este manejo. Condições de higiene devem ser atendidas para evitar perdas e aumentar o manejo.

Com o advento de novos medicamentos de amplo espectro e longa ação, tornou-se possível efetuar a prática de castração, sem maiores prejuízos e em qualquer época, uma vez que estes produtos protegem os animais por maior período de tempo.