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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
Sinuelos
Pastos e Sub-Divisões
Vacas amojadas
Recém nascidos
Mamando
Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria

castração
Manejo reprodutivo

Reprodução
Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola



7.3. CURSOS DE I.A.

Cada vez se torna mais que necessário o treinamento e a reciclagem dos inseminacaodores, uma vez que, a cada dia, mais e mais fazendas ingressam nos programas de Inseminação Artificial, independente do tipo de exploração pecuária.

Para tal, há no Brasil inúmeros pontos, situações, em que isto possa ocorrer de forma segura ao bom andamento dos projetos, liberando para o trabalho pessoas já capacitadas, mesmo que de forma ainda um pouco insegura.

Tanto a nível de "centrais de inseminacaoções", quanto de associações, cooperativas, órgãos públicos, empresas privadas, sindicatos e profissionais autônomos, os cursos ministrados, ou mais ou menos completos, todos capacitam inseminacaodores a exercerem esta atividade.

Pelo fato da técnica ser tão simples, pode ser empregada por homens e mulheres incluindo deficientes.

Juntando-se todas as pessoas interessadas, os cursos podem ser ministrados em fazendas, dando-se teoria e a prática, em um ambiente que, além de econômico, todos sentir-se-ão mais à vontade e com liberdade para tirarem as dúvidas.

Hoje, é prática comum os cursos serem ministrados a nível de propriedade, onde podem ser abordados assuntos específicos sobre aquelas condições de manejo, compatíveis com a fazenda em questão.

Observar de manter acompanhamento do Veterinário, principalmente no primeiro ano de trabalho de um inseminacaodor que, por sua vez deve inicialmente participar de um programa onde haja outro inseminacaodor que possua muita prática.