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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
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Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria

castração
Manejo reprodutivo

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Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola


 

14.1. COM PALHETA MÉDIA, PALHETA FINA OU MINI-TUBO

Após uma minuciosa observação de cio e determinado o momento de inseminacaor, verificar na ficha da vaca se a mesma está parida há mais de 45 dias, se já foi inseminacaoda e quando, se tem cios regulares, qualidade do muco (este deve ser observado antes porque raramente no momento de inseminacaor ele esta presente), etc..

Estando as informações corretas e já com o animal no tronco, proceda da seguinte forma:

Tendo em mãos o pacote de bainha (nacional ou importado), faça uma pequena abertura no lado da extremidade onde possui a "bucha".

Exponha no máximo até a metade de uma das bainhas.

Prepare o aplicador retirando o embolo metálico de seu interior, evitando assim, de empurrar a bucha da palheta antecipadamente, fazendo perder parte ou todo o sêmen contido na mesma. Verifique a extremidade que será utilizada (palheta média e mini-tubo ou palheta fina).

Prepare uma lâmina cortante (ou o cortador) e um pedaço de papel higiênico.

Em seguida, faça a higiene do reto e do posterior do animal (opcional, dependendo da orientação do Veterinário).

Abra o botijão e localize o sêmen a ser utilizado. Com o auxílio de uma pinça metálica, retire a dose, não gastando para isso mais de cinco segundos (se não conseguir, mergulhe a caneca e tente novamente).

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Proceda o descongelamento do sêmen de acordo com a orientação da central que o congelou.

A grande maioria das centrais de congelamento de sêmen indicam o descongelamento de palheta média e mini-tubo mergulhando com a extremidade da bucha voltada para baixo (posição vertical em recipiente estreito e profundo) em água á 35ºC-37ºC por 20 a 30 segundos (a temperatura deve ser rigorosamente controlada com termômetro apropriado) ou em água á temperatura ambiente por 30 segundos, aproximadamente.

Sêmen envasado em palheta fina descongelar em água á 35ºC-37ºC durante 15 segundos, ou água temperatura ambiente por 20 segundos.

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Observações:

Existem no mercado descongeladores automáticos que conservam a temperatura da água estável, facilitando muito, principalmente quando são vários os animais a serem inseminacaodos.

O uso de meia dose de sêmen na Inseminação somente pode ser utilizado por pessoa devidamente capacitada, com uso de camisa sanitária, mesmo assim não está indicado.

Descongelar somente uma dose por vez.

Nunca repor no botijão o sêmen descongelado.

Sempre trabalhar somente à sombra.

Enxugue a palheta com o papel higiênico e corte com a lâmina em bisel levemente

inclinado, ou reto à extremidade oposta a bucha, ou seja, na parte lacrada (evitar o uso de tesoura).

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Segure de maneira firme o êmbolo plástico da bainha com uma das mãos e encaixe nele a extremidade cortada da palheta até que esta se firme, evitando assim, o refluxo de sêmen entre a bainha e a palheta, quando da aplicação.

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Introduza o aplicador do lado correto na bainha empurrando-o até a outra extremidade. Fixe a bainha no aplicador através do anel plástico.

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Encaixe o êmbolo até encostar na bucha da palheta levemente.

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Após colocar a luva, dirija-se até a vaca com o aplicador e, juntamente com o auxiliar, puxando para trás e abrindo os lábios vulvares, tomando todos os cuidados de higiene, introduza o aplicador pela vulva profundamente.

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Introduza a mão no reto do animal delicadamente localizando o colo, fixando-o. Faça movimentos com a mão que fixa o colo, juntamente com o aplicador de forma que consiga "ver" o posicionamento do aplicador, localizando a entrada do colo (costumo dizer que os olhos do inseminacaodor devem estar na ponta do aplicador), dando início a passagem pelo mesmo, e, com movimentos suaves, passar pelos anéis cartilaginosos de forma a localizar o ponto ideal de depositar o sêmen.

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O tempo desta passagem e manuseio da cérvix ou colo deve ser de 30 segundos a 1,5 minutos, de preferência.

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Após passar o colo uterino (cérvix), deposite lentamente o sêmen depois do último anel cervical, no início do corpo do útero, o ponto ideal.

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Retire o aplicador e depois o braço.

Faça uma leve massagem no clitóris.

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Retire a luva e desmonte o aplicador.

Anote todos os dados contidos na palheta, preenchendo a ficha (individual ou coletiva).

Feche o pacote de bainhas.

Guarde bem protegidos todos os materiais, inclusive o botijão.

Coloque no lixo os materiais descartáveis.

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Periodicamente, faça a limpeza do aplicador.