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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
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A Tropa
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Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminar
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola


 

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13. CIO INDUZIDO OU SINCRONIZAÇÃO DE CIO

As dificuldades de manejo, mão de obra, assistência técnica, dentre outras, para a observação de cio, principalmente em gado de corte, têm limitado o uso da Inseminação Artificial.

A sincronização de cio visa concentrar os cios em curto espaço de tempo, de modo a facilitar o emprego da Inseminação Artificial. Além de concentrar Inseminação e parição, permite a formação de lotes homogêneos de animais facilitando e racionalizando a mão de obra.

Normalmente, o custo da sincronização é elevado e sua utilização depende da finalidade de exploração, portanto há de se avaliar custo x benefício, onde trabalhos mostram a utilização de prostaglandinas em ½ e até ¼ da dose habitual aplicada intra-vulvar do lado correspondente ao corpo lúteo no ovário.

Para maior sucesso, o rebanho deve estar ciclando(Ver Tabela Previsão de Cio) (com cios regulares) e ganhando peso.

Se está ciclando, talvez não haja necessidade de sincronizar.

A sincronização consiste na aplicação de hormônios como a prostaglandina (PGF2µ ), e a progesterona (P4), associados ou não, para obter exteriorização dos sinais de cio o que não significa dizer que haverá ovulação em todos os casos.

A aplicação de prostaglandina em vacas prenhes pode causar aborto.

Há necessidade de lembrar que o uso de hormônios ou qualquer outro medicamento deve ser acompanhado pelo Veterinário.

Existem vários esquemas de sincronização de cio que podem ser usados nos programas de Inseminação, porém de custo elevado, por exemplo:

Com palpação retal e detecção de corpo lúteo no ovário:

Aplicação de prostaglandina (corpo lúteo entre o 6° e 14° dia do ciclo).Os sintomas de cio devem ocorrer entre 48-72 horas após. Resultado de cio aproximadamente 70% com ovulação.

Sem palpação retal e controle de ciclo:

Aplicar prostaglandina em todo o lote e inseminar aquelas que demonstrarem os sintomas de cio. Onze (11°) dias após, fazer nova aplicação de prostaglandina nos animais que ainda não apresentaram os sintomas de cio. Resultado de cio aproximadamente 70% com ovulação.

Com controle de ciclo:

Partindo do dia zero (cio), aplicar prostaglandina entre o 6° e o 14° dia. Os sintomas de cio devem ocorrer entre 48-72 horas após.

Com uso de progesteronas associado a prostaglandinas:

De elevado custo, somente utilizado em programas de Transferência de Embriões.

Após o uso das prostaglandinas ocorre o aparecimento dos sinais de cio em 48-72 horas. Observar: não fazer em lotes muito grandes devido a dificuldades de observar o cio de forma correta e concentração das inseminações.

Sincronização parcial:

Talvez a mais usada nos programas de Inseminação onde observa-se o cio de todo o lote durante seis dias, inseminando aquelas que demonstrarem sintomas de cio neste período. No 7° dia aplicar prostaglandina no restante do lote (que ainda não entrou em cio).Continuar a observação de cio até o 11° dia, inseminando todos os animais que demonstrarem sintomas. Observar de fazer em não mais de 50-60 animais por vez.

Pode ser usado também no final da estação quando restam poucas vacas a serem inseminadas, sendo a estas aplicado a prostaglandina, mas antes devem submetê-las ao diagnóstico de gestação para descartar a possibilidade de prenhes, e talvez identificar a(as) causa(as) da não manifestação de cio.

Em qualquer condição acima citada, de estimular o cio de maneira não natural, estaremos sujeitos a resultados que estarão diretamente relacionados com a necessidade de ovulação.

Acredito que, quando temos animais sadios, bem nutridos, previamente avaliados, devemos aproveitar ao máximo o cio natural, utilizando a sincronização de cio somente em ocasiões especiais estabelecidas pelo Veterinário.

Caso contrário, estaremos forçando uma condição, onde estaríamos premiando animais talvez até sub-férteis, caminhando no sentido oposto ao da seleção por fertilidade.