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Nutricional
Minerais

Sanitário
vacinas
Vermes e Vermífugos
Os riscos do homem
Manejo Geral
Os lotes
A identificação
A Tropa
Sinuelos
Pastos e Sub-Divisões
Vacas amojadas
Recém nascidos
Mamando
Desmame
Estresse da desmama
Desmame precoce
Recria
castração
Manejo reprodutivo
Reprodução
Fertilidade
Fecundação
Sanidade na reprodução
Cuidados com os machos
Cuidados com as fêmeas
Principais
enfermidades

Brucelose
Leptospirose
IBR-IPV
BVD
Trichomonose
Campilobacteriose
Estação Reprodutiva
Estação reprodutiva de novilhas
Estação reprodutiva
de vacas

Primíparas
Descanso pós parto
Descarte
Idade
A infertilidade e o aborto
Habilidade materna
Reposição de matrizes
Eficiência reprodutiva
Diagnóstico de
gestação

Comentários

Introdução Assistência
veterinária

Cursos de I.A.
Inseminador

Embalagens de sêmen
Pellets
Ampola
Minitubo
Palheta média Palheta fina

0
0

Manejo com o botijão
Distribuição de temperaturas no botijão

Ovários
Trompas uterinas
Útero
Cornos uterinos
Corpo uterino
Colo ou cérvix uterina Vagina
Vulva

Puberdade
Ciclo estral

Pré cio
Reconhecimento do cio
Cio
Momento ideal de inseminacaor
Pós cio
Anestro fisiológico
Anestro
Puerpério fisiológico
Hemorragia de metaestro
Cio de encabelamento
Cio silencioso
Gestação
Intervalo parto-concepção
Intervalo entre partos

Com palheta média, palheta fina ou minitubo
Com ampola

 
 
 
 
 
 
 


 

6.4.2.4. BVD

A Diarréia Viral Bovina (do gênero pestivirus) é um complexo de doenças associadas com a infecção pelo vírus da BVD que diminui a imunidade. Virose também conhecida por causar desordens reprodutivas, sendo que a infecção fetal (transplacentária) pode levar à morte embrionária, ou até defeitos congênitos (nascidos com o indivíduo, como a microencefalia, hidrocefalia, hipoplasia cerebral, defeitos oculares), surtos de diarréia, abortos, entre outros.

A infecção com o vírus da BVDV ocorre através das vias nasal ou oral, podendo ocasionar a morte do animal (jovem ou adulto) e o nascimento de animais pouco desenvolvidos que podem tornar-se portadores da enfermidade.

Os animais infectados (com a introdução no rebanho de animais comprados, principalmente) liberam continuamente o vírus através de suas secreções e fluídos corporais, transmitindo lentamente a infecção entre os bovinos, disseminando primeiramente os animais mais próximos, de forma que a identificação e o isolamento dos animais por 3 semanas, diminuem as chances de um surto de BVDV.

O sinal clínico de aborto é o mais difícil para se diagnosticar, o que pode ocorrer semanas após a instalação do vírus em animais vacinados ou não e, que às vezes, não tenham demonstrado outros sinais clínicos da enfermidade, além da necessidade do diagnóstico diferencial das outras causas de aborto.

O controle pode ser efetuado através de vacinas inativadas (seguindo o esquema do fabricante), geralmente associadas a outros agentes infecciosos como a parainfluenza. Como vacinação, pode ser realizada em animais de 8 a 12 meses e estrategicamente 1 (um) mês antes da estação reprodutiva.